Nascido no Bairro da Beira –Mar , Zé Augusto, como era habitualmente conhecido, prolífero criador, transmitiu às suas peças uma interpretação do sentido do lugar – a sua cidade- exteriorizando a sua própria identidade, moldando minuciosamente o barro, criando figuras da sua vivência – São Gonçalinho, Santa Joana, marnotos e salineiras, e outras com traços caricaturais. A sua multifacetada criatividade não se esgotou na cerâmica, mas abriu-se também a outros domínios das artes plásticas.
Faleceu em 2012
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